terça-feira, 19 de maio de 2015

Técnica quiroprática de drop demonstrada pelo Prof. Márcio Tozi durante o Congresso Internacional de Fisioterapia em Coluna Vertebralm na maca de Flexão Distração Flex Trac 500z da TechMec - (RN) Maio/2015

 



CONGRESSO INTERNACIONAL DE FISIOTERAPIA EM COLUNA VERTEBRAL: 

Nos dias 14 à 16/Maio de 2015 foi realizado com grande sucesso o congresso que contou com os maiores nomes em especialistas em coluna e a TechMec não poderia estar de fora, sinônimo de qualidade e eficiência em tratamentos na coluna, esteve expondo em seu estande a Maca de Flexo Distração (Flex Trac 500z).



Leandro M. Andrade diretor da TechMec, apresenta a Maca de Flexão Distração no estande da empresa.

 

segunda-feira, 9 de março de 2015

Tração Cervical na Maca de Flexo-Distração da TechMec

Realização de Tração Cervical utilizando a maca Flex Trac 500Z e cinto, resultando em alívio imediato e melhora nos movimentos em pacientes com cervicalgia.






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segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

SEMINÁRIO INTERNACIONAL: GONSTEAD OF CHIROPRACTIC


QUIROPRAXIA: TECHMEC

SEMINÁRIO INTERNACIONAL: GONSTEAD OF CHIROPRACTIC 

A TechMec através de seu representante Leandro Moreira Andrade, participou e apoiou o evento realizado nos dias: 05-06 e 07/2014 em São Paulo (SP). O Seminário contou com a presença dos palestrantes: Jonh Cox e Alex Cox (americano com mais de 50 anos de prática com a técnica) e Oscar Bacino. Juntos eles dedicaram suas vidas no ensino da técnica Gonstead desde 1974. O evento teve como apoio a Universidade Anhembi Morumbi - UAM (Quiropraxia) e contou com cerca de 90 quiropraxistas. 

Fotos:


 

terça-feira, 18 de novembro de 2014

Stabilizer Realmente Funciona?

A CIÊNCIA DERRUBANDO O VÉU DAS ILUSÕES...
SERÁ QUE O STABILIZER NOS INFORMA O QUE NA REALIDADE DEVERIA NOS INFORMAR? 

Um exercício muito comum nas fases iniciais de tratamento de pacientes com dor lombar crônica é a manobra abdominal conhecida como "Drawing-in",ou simplesmente levar o umbigo para baixo.Este exercício é pensado ativar seletivamente o músculo transverso do abdômen (TrA) com mínimo movimento lombar. 

Determinar a performance correta da manobra de drawing-in abdominal (MDIA) depende do uso de métodos inviáveis ao clínico como a eletromiografia e o ultrassom de imagem com suas respectivas limitações. O "cross talk" de outros músculos intimamente próximos ao TrA e o risco de infecção e/ou perfuração da cavidade abdominal com a agulha, assim como, o alto custo e a proficiência técnica inviabilizam o uso da eletromiografia e do ultrassom de imagem, respectivamente.Opções alternativas para avaliar a MDIA incluem a palpação muscular e o biofeedback de pressão (Stabilizer). A habilidade para avaliar a performance da MDIA via palpação muscular tem confiabilidade moderada mas é dependente da habilidade do examinador e sua validade ainda não foi estabelecida.


O Stabilizer ou PBU (Pressure Biofeedback Unit) é considerado uma ferramenta clínica para avaliar a função muscular abdominal, incluindo o TrA, durante a MDIA.Estudos prévios tem avaliado a habilidade do PBU em mensurar a função muscular abdominal, ou seja, a ativação do TrA nas posições em decúbito dorsal e ventral. Uma recente Revisão Sistemática revisou as propriedades do PBU e concluiu que a questão mais importante para considerar esta instrumento como útil para a prática clínica ainda não foi respondida, ou seja, sua habilidade para avaliar a atividade do TrA. Foi o que fez o estudo de Grooms et al publicado na JOSPT ano passado. O estudo teve como objetivo determinar se o PBU pode detectar as mudanças na espessura (thickness) do TrA durante a MDIA. Um segundo objetivo foi determinar as propriedades clinimétricas (sensibiidade, especificidade e razão de probabilidade (likelihood ratio) do teste comparando o PBU com o Ultrassom de imagem" considerado o "golden standard" para a mensuração da ativação do TrA. Ao analisar as propriedades clinimétricas de um teste pode se determinar sua acurácia diagnóstica. 49 indivíduos com dor lombar que preenchiam os critérios para a classificação no subgrupo Estabilização (RPC Estabilização +) foram submetidos a uma avaliação com o US de imagem e PBU (posição supina).

Baseado nos achados deste estudo sem levar em conta o nível de ativação do TrA, a maioria dos indivíduos (78%), forma capazes de manter a pressão dentro da faixa clínica aceitável (40 +/- 5 mmHg). No entanto, a habilidade para manter a pressão, não indicava que um MDIA era realizada com alta ativação do TrA quando mensurada pelo US. A falta de consistência entre as mensurações é demonstrada pela baixa sensibilidade (sen=22%), o que significa que se um indivíduo era capaz de manter uma pressão adequada, ela não indicativa de uma boa ativação do TrA.Por outro lado, indivíduos que não são capazes de manter a pressão adequada durante a MDIA fora mais específicos (espec =77%) em ter uma baixa ativação do TrA, possivelmente identificando individuos com pobre ativação muscular local. No entanto este achado, segundo os autores devem ser interpretados cautelosamente, uma vez que a razão de probabilidade positiva (0.94) e negativa(1.02) foram ambas próximas de 1, indicando que o uso do PBU para determinar a ativação do TrA pode ser de pouca utilidade clínica (pequena mudança na probabilidade pós-teste). 

Os resultados deste estudo questionam o uso clínico do PBU (pobre acurácia) para avaliar a ativação do TrA durante a MDIA em supino. Identificação de uma inabilidade para manter a pressão durante uma MDIA pode ter um valor clínico limitado, mas a habilidade para manter a pressão não provê nenhuma informação referente a ativação do TrA.Por isso, clínicos devem reconsiderar o uso do PBU como uma ferramenta de avaliação para a função abdominal de músculos profundos.

Fonte:
Por: Adriano Pezolato FT
https://www.facebook.com/adriano.pezolatoft/posts/309142915961558:0