A TechMec através de seu representante Leandro Moreira Andrade, participou e apoiou o evento realizado
nos dias: 05-06 e 07/2014 em São Paulo (SP). O Seminário
contou com a presença dos palestrantes: Jonh Cox e
Alex Cox (americano com mais de 50 anos de prática
com a técnica) e Oscar Bacino. Juntos eles dedicaram
suas vidas no ensino da técnica Gonstead desde 1974.
O evento teve como apoio a Universidade Anhembi Morumbi
- UAM (Quiropraxia) e contou com cerca de 90 quiropraxistas.
A CIÊNCIA DERRUBANDO O VÉU DAS ILUSÕES... SERÁ QUE O STABILIZER NOS INFORMA O QUE NA REALIDADE DEVERIA NOS INFORMAR?
Um exercício muito comum nas fases iniciais de tratamento de pacientes
com dor lombar crônica é a manobra abdominal conhecida como
"Drawing-in",ou simplesmente levar o umbigo para baixo.Este exercício é
pensado ativar seletivamente o músculo transverso do abdômen (TrA) com
mínimo movimento lombar.
Determinar a performance correta da manobra de
drawing-in abdominal (MDIA) depende do uso de métodos inviáveis ao
clínico como a eletromiografia e o ultrassom de imagem com suas
respectivas limitações. O "cross talk" de outros músculos intimamente
próximos ao TrA e o risco de infecção e/ou perfuração da cavidade
abdominal com a agulha, assim como, o alto custo e a proficiência
técnica inviabilizam o uso da eletromiografia e do ultrassom de imagem,
respectivamente.Opções alternativas para avaliar a MDIA incluem a
palpação muscular e o biofeedback de pressão (Stabilizer). A habilidade
para avaliar a performance da MDIA via palpação muscular tem
confiabilidade moderada mas é dependente da habilidade do examinador e
sua validade ainda não foi estabelecida.
O Stabilizer ou PBU (Pressure
Biofeedback Unit) é considerado uma ferramenta clínica para avaliar a
função muscular abdominal, incluindo o TrA, durante a MDIA.Estudos
prévios tem avaliado a habilidade do PBU em mensurar a função muscular
abdominal, ou seja, a ativação do TrA nas posições em decúbito dorsal e
ventral. Uma recente Revisão Sistemática revisou as propriedades do PBU e
concluiu que a questão mais importante para considerar esta instrumento
como útil para a prática clínica ainda não foi respondida, ou seja, sua
habilidade para avaliar a atividade do TrA. Foi o que fez o estudo de
Grooms et al publicado na JOSPT ano passado. O estudo teve como objetivo
determinar se o PBU pode detectar as mudanças na espessura (thickness)
do TrA durante a MDIA. Um segundo objetivo foi determinar as
propriedades clinimétricas (sensibiidade, especificidade e razão de
probabilidade (likelihood ratio) do teste comparando o PBU com o
Ultrassom de imagem" considerado o "golden standard" para a mensuração
da ativação do TrA. Ao analisar as propriedades clinimétricas de um
teste pode se determinar sua acurácia diagnóstica. 49 indivíduos com dor
lombar que preenchiam os critérios para a classificação no subgrupo
Estabilização (RPC Estabilização +) foram submetidos a uma avaliação com
o US de imagem e PBU (posição supina).
Baseado nos achados deste estudo
sem levar em conta o nível de ativação do TrA, a maioria dos indivíduos
(78%), forma capazes de manter a pressão dentro da faixa clínica
aceitável (40 +/- 5 mmHg). No entanto, a habilidade para manter a
pressão, não indicava que um MDIA era realizada com alta ativação do TrA
quando mensurada pelo US. A falta de consistência entre as mensurações é
demonstrada pela baixa sensibilidade (sen=22%), o que significa que se
um indivíduo era capaz de manter uma pressão adequada, ela não
indicativa de uma boa ativação do TrA.Por outro lado, indivíduos que não
são capazes de manter a pressão adequada durante a MDIA fora mais
específicos (espec =77%) em ter uma baixa ativação do TrA, possivelmente
identificando individuos com pobre ativação muscular local. No entanto
este achado, segundo os autores devem ser interpretados cautelosamente,
uma vez que a razão de probabilidade positiva (0.94) e negativa(1.02)
foram ambas próximas de 1, indicando que o uso do PBU para determinar a
ativação do TrA pode ser de pouca utilidade clínica (pequena mudança na
probabilidade pós-teste).
Os resultados deste estudo questionam o uso
clínico do PBU (pobre acurácia) para avaliar a ativação do TrA durante a
MDIA em supino. Identificação de uma inabilidade para manter a pressão
durante uma MDIA pode ter um valor clínico limitado, mas a habilidade
para manter a pressão não provê nenhuma informação referente a ativação
do TrA.Por isso, clínicos devem reconsiderar o uso do PBU como uma
ferramenta de avaliação para a função abdominal de músculos profundos.
Fonte: Por:Adriano Pezolato FT https://www.facebook.com/adriano.pezolatoft/posts/309142915961558:0
segunda-feira, 10 de novembro de 2014
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quinta-feira, 25 de setembro de 2014
Mais uma novidade no tratamento para Coluna Cervical!!! Isso sim é Inovação!!! Só a TechMec!
HOME NECK:
Desenvolvido para o trabalho de fortalecimento e endurance muscular
dos músculos profundos e superficiais da coluna cervical e cintura
escapular de pacientes com diagnóstico de cervicalgia,
cervicobraquialgia ou cefaléia cervicogência após os sintomas da fase
aguda e subaguda terem sido eliminados. www.techmec.com.br